Sobre o boletim CenáriosFGV
Cenários FGV é um boletim trimestral, adequado para apoiar as decisões empresariais, apresentando de forma clara e objetiva a análise dos temas atuais e os prováveis cenários políticos, econômicos e governamentais, no curto e médio prazos.
Cenários FGV contem a opinião dos mais reconhecidos pesquisadores e analistas de política e economia do Brasil, sendo elaborado também em inglês.
Fevereiro de 2012
Fevereiro de 2012
33º Edição– Ano 10
Política
Perspectivas das eleições municipais de 2012 sobre 2014.
Cenários à luz das disputas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.
Os resultados das eleições municipais de 2012, em particular nas grandes capitais brasileiras, deverão projetar não apenas o peso de cada partido para a disputa eleitoral de 2014, e a força de alguns nomes já colocados para a disputa, mas também poderão demonstrar quais serão os possíveis arranjos em termos de alianças políticas que se formarão tendo em vista o próximo embate pela Presidência do Brasil.
Governo
CENÁRIOS DA ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA
Evolução e perspectivas da arrecadação de tributos federais
O volume e a evolução da receita tributária são dados relevantes para se compreender a realidade econômica do país e ajudar na determinação de cenários para os meses futuros. Isso porque a arrecadação tributária reflete diretamente o comportamento de certos setores econômicos e pode servir como indicador para se entender o desempenho das empresas e do mercado.
Economia
Crise Financeira Americana 2008-2011
O setor imobiliário foi o maior propulsor do crescimento econômico nos Estados Unidos desde a crise do estouro da bolha da internet em 2001. O crescimento rápido do mercado de imóveis já poderia ser um indicativo do surgimento de uma nova bolha na economia americana. No entanto, devido à taxa de juros baixa, bancos americanos e estrangeiros passaram a conceder um volume considerável de crédito para financiamento da compra da casa própria.
Artigo Especial
A crise do euro
Há cerca de dez anos, vários países importantes da Europa Ocidental (mas não a Grã Bretanha) adotaram uma moeda comum: o euro. A união monetária seria mais um passo na direção de uma maior integração econômica da região, a qual havia começado ainda na década de 1950 com uma série de medidas que reduziram ou anularam paulatinamente as tarifas e as barreiras alfandegárias intra-europeias, permitindo a formação do chamado Mercado Comum Europeu.


